segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

O Benfeitor Secreto

Por volta de 1910, meu pai era motorista de um homem muito rico e testemunhou o empenho do patrão em ajudar anonimamente pessoas que jamais poderiam retribuir o favor.

Meu pai me contou várias histórias fascinantes dessa época, mas uma em especial ficou guardada para sempre na minha memória. Um dia, ele levou seu patrão a um encontro de negócios em outra cidade. Nos arredores pararam para comer um sanduíche.

Enquanto comiam, vários garotos passaram pelo carro, brincando com arcos. Um deles mancava. Chegando mais perto da janela, o patrão de meu pai viu que o garoto tinha um dos pés deformados. Ele saiu do carro e alcançou o menino.

- Este pé lhe traz muitos problemas? – perguntou.

- Tenho de andar devagar – o garoto respondeu. – E preciso cortar um pedaço do sapato para poder pisar melhor. Mas dá para ir levando. Por que o senhor está me perguntando isso?

- Talvez eu possa ajudá-lo a curar seu pé. Você gostaria?

- Claro – disse o menino, embora tenha ficado um pouco confuso com a pergunta.

O empresário anotou o nome do garoto, voltou para o carro e disse a meu pai: "Woody, o garoto que manca se chama Jimmy e tem oito anos. Descubra onde ele mora e pegue o endereço e o nome dos pais." Ele entregou a meu pai um pedaço de papel com o nome do menino e pediu: "Vá visitar a família dele esta tarde e faça o possível para conseguir permissão para deixarem operar o pé de Jimmy. Podemos tratar da papelada depois. As despesas são todas por minha conta."

Eles acabaram de comer seus sanduíches e meu pai levou o chefe para seu compromisso de trabalho.

Não foi difícil conseguir o endereço de Jimmy numa loja próxima. Quase todos conheciam o menino com o pé deformado.

A pequena casa em que Jimmy e a família moravam precisava de pintura e de consertos. Olhando à volta, meu pai viu camisas rasgadas e vestidos remendados no varal ao lado da construção. Um pneu velho pendurado por uma corda num carvalho servia de balanço.

Uma mulher de trinta e poucos anos respondeu à batida na porta enferrujada. Parecia cansada e suas feições revelavam uma vida difícil.

- Boa-tarde – meu pai cumprimentou. – A senhora é a mãe de Jimmy?

Ela franziu um pouco as sobrancelhas antes de responder.

- Sou. Ele se meteu em alguma encrenca? – Seus olhos examinavam o colarinho engomado de meu pai e seu terno bem passado.

- Não, senhora. Eu represento um homem rico que quer resolver o problema do pé de seu filho, para que ele possa brincar como todos os seus amigos.

- A troco de quê, moço? Nada é de graça na nessa vida.

- Não se trata de uma brincadeira. Se for possível, gostaria de explicar o que está acontecendo à senhora e a seu marido, se ele estiver em casa. Sei que é inesperado e não a culpo por achar suspeito.

Ela olhou para meu pai novamente e, ainda hesitante, convidou-o a entrar. "Henry", ela gritou, "tem um homem aqui dizendo que quer ajudar a resolver o problema do pé do Jimmy."

Por quase uma hora, meu pai explicou o plano e respondeu às perguntas do casal.

- Se permitirem que Jimmy seja operado, vou lhes mandar algumas autorizações para assinar. Meu patrão pagará todas as despesas. como já lhes disse – conclui.

Perplexos, os pais do garoto se olharam. Ainda não tinham muita certeza quanto ao que estava acontecendo.

- Aqui está meu cartão. Quando enviar os papéis para autorização, vou mandar uma carta esclarecendo tudo sobre o que conversamos. Se tiverem mais alguma pergunta, telefonem ou escrevam para este endereço.

Isso pareceu lhes dar um pouco mais de confiança, e meu pai foi embora. Sua missão fora cumprida.

Mais tarde, o patrão de meu pai entrou em contato com o prefeito e lhe pediu que enviasse alguém à casa de Jimmy para reafirmar à família que a oferta era legítima. Naturalmente, o nome do benfeitor não foi mencionado.

Logo, com as autorizações assinadas, meu pai levou Jimmy a um excelente hospital em outro estado para a primeira de cinco operações a que seria submetido.

As cirurgias foram um sucesso. Jimmy se tornou o queridinho das enfermeiras na ala de ortopedia. Todos se abraçaram e choraram quando ele deixou o hospital pela última vez. Num gesto de carinho, deram-lhe um presente especial: um novo par de sapatos, feitos sob medida para seus pés "novos".

Jimmy e meu pai se tornaram grandes amigos durante as idas e vindas do hospital. Na última viagem, quando o garoto voltava definitivamente para casa, eles cantaram, falaram sobre o que Jimmy poderia fazer com seu pé normal e dividiram momentos de silêncio à medida que se aproximavam da casa.

O menino deu um largo sorriso ao sair do carro. Seus pais e os dois irmãos o esperavam, juntos, na maltratada porta da frente.

- Fiquem aí – Jimmy gritou para eles.

Todos ficaram olhando, surpresos, enquanto o garoto caminhava até eles. O defeito tinha desaparecido.

Com abraços, beijos e sorrisos receberam o menino com o "pé curado". Seus pais balançavam as cabeças e sorriam enquanto o observavam. Ainda não podiam acreditar que um homem que nunca tinham visto pagara uma enorme quantia para consertar o pé de um menino que ele nem conhecia.

O rico benfeitor tirou os óculos e enxugou as lágrimas quando meu pai relatou a cena da volta de Jimmy para casa. "Faça mais uma coisa", ele disse. "Perto do Natal, vá a uma boa loja de sapatos. Faça com que chamem cada membro da família de Jimmy para que escolham um novo par de sapatos. Pagarei pelos sapatos de todos. Mas comunique que farei isso apenas uma vez. Não quero que fiquem dependentes de mim."

Jimmy se tornou um homem de negócios bem sucedido. Que eu saiba, ele nunca soube quem pagou por suas cirurgias. Seu benfeitor, o Sr. Henry Ford, sempre disse que é mais divertido fazer algo pelas pessoas quando elas não sabem quem lhes fez o bem.

Woody McKay Jr.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Feliz Natal!!!!i


Feliz Natal

Se tens amigos, busca-os!
O NATAL é ENCONTRO!

Se tens inimigos, reconcilia-te!
O NATAL é PAZ!

Se tens pecado, arrependa-se!
O NATAL é PERDÃO!

Se tens soberba, sepulta-a!
O NATAL é HUMILDADE!

Se tens trevas, acende o teu farol,
O NATAL é LUZ!

Se tens tristeza, reaviva a tua alegria!
O NATAL é GOZO!

Se estás no erro, reflete!
O NATAL é VERDADE!

Se tens ódio, esquece-o!
O NATAL é AMOR!


FELIZ NATAL!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

A idade de ser Feliz

A idade de ser Feliz

Existe somente uma idade para a gente ser feliz.

Somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los, a despeito de todas as dificuldade e obstáculos.

Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer.

Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores.

Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo novo, de novo e de novo, e quantas vezes for preciso.

Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE, também conhecida como AGORA ou JÁ e tem a duração do instante que passa...

Mário quintana

sábado, 12 de dezembro de 2009

Preciso de Você...

Como eu preciso de você ...
Com esse seu jeito alegre de viver e ser,
Homem menino que aos poucos foi dominando o meu ser...
E me descobrir amando outra vez mesmo sem perceber.
Você tomou conta de mim como que a querer dominar...
Meus pensamentos, minhas ações e emoções..,
Me pego na maioria das vezes pensando, planejando o meu viver...
Na solidão de cada amanhecer e anoitecer...
Sinto a sua ausência e fico a imaginar a sua presença...
Preciso de você para completar, para caminhar na mesma direção, para viver e realizar os mesmos sonhos e ideais.
Sua presença está sendo planejada... A espera está quase que encerrada...
Os nossos caminhos cruzaram-se e agora não tem mais como ou porque andar por outros caminhos diferentes, pois o Senhor está conosco.
Como já disse alguém ... “
“ Não há um caminho novo a seguir, mas um jeito novo de caminhar...
Elienice Silva

sábado, 5 de dezembro de 2009

A Força da Palavra


É impressionante a força que cada palavra traz consigo! Com a vibração que cada uma carrega, transforma a atmosfera reinante naquele momento, mesmo que seja por um momento fugaz! Cada verbo, independente do número de letras que tenha, transporta com ele sentimentos, lembranças, um mundo infinito de idéias, que embora seja numa fração mínima de segundos, toca a quem o ouve e o transforma.
Assim, palavras como Amor, Carinho, Perdão, Paz, nos conectam com locais suaves e serenos de nosso Ser. Guerra, Agressão, Violência, Tristeza e tantas outras, com pontos de dor em nosso íntimo. Vale a pena observar isto e perceber como podemos mudar a nossa vida e melhorar a dos outros, a depender do que nos dispomos a falar, ou a calar...

E como falamos, sem parar, tanta coisa sem nexo, tanta coisa sem real importância, vamos semeando confusão e perturbação em torno de nós, muitas vezes sem nos darmos conta disto. Os grandes sábios que já nos visitaram neste plano sempre louvaram o poder do silêncio e a importância da palavra.

A propaganda, impulsora do capitalismo, nos bombardeia com idéias nem sempre verdadeiras, os meios de comunicação espalham notícias poluídas pela desesperança e desânimo e nós nos sentimos alquebrados, muitas vezes, sem nos darmos conta do porquê disto. E vamos passando adiante as notícias tristes que ouvimos e, com isto, colaboramos com o Mal, pois ajudamos o Medo a ir se instalando mais e mais nas mentes de todos, num movimento doentio e perigoso! Quando estamos medrosos, abandonamos a nossa força, nos desanimamos, afastamo-nos do Amor, de nossa Fonte de Vida.

Cada fonema é uma vibração, um som, traz harmonia, ou desequilíbrio... O tom de nossa voz, quando falamos, também emite, ou não, boas vibrações... Pessoas há que até pelo telefone nos fazem mal, pela forma dura com que pronunciam as palavras. Outras nos acalmam como num passe de mágica, pois ouvi-las é agradável, terno, sereno, tranquilizador.

Acho que precisamos nos defender da balbúrdia reinante, desta pressa desestruturante que nos arrasta de roldão sem que saibamos sequer para onde, de canais de televisão que noticiam apenas o que nos deprime e nos faz sofrer. Se todos nós fizéssemos isto, deixássemos de assistir determinados programas, por estarmos conscientes do mal que nos fazem, o IBOPE acabaria por levá-los a se modificar. E o pior é que nem todos os que assistem à televisão têm consciência crítica, pois muitos são crianças, na idade, ou no espírito.

Enfim, sabemos que viver neste nosso mundo tecnológico tem suas vantagens, mas é também muito difícil! Cultivar o silêncio em meio a tantos sons e ondas emitidos por tantos aparelhos diferentes, por tantas mentes desequilibradas, não é brincadeira, exige esforço e atenção, mas é necessário, para nossa sobrevivência e salvação.

Muitas vezes, enquanto sorrimos apenas com os lábios, procurando demonstrar algo que está longe do que estamos sentindo, nosso Ser está chorando...
Cultivando mais o calar, teremos mais cuidado no falar. Assim, cada palavra terá um sentido verdadeiro para nós, abrirá um caminho, construirá uma ponte, restaurará uma relação, fará uma aliança, aliviará uma dor, plantará uma semente de amor.

O olhar comunica com muito mais sinceridade... Mas poucos prestam a devida atenção a ele. Os gestos, também. Mas, as palavras, por serem mais fáceis de serem percebidas, podem destruir muito mais! Que elas não saiam de nós sem uma reflexão, sem caridade e sem uma intenção boa, ou estaremos trabalhando para o Mal e, consequentemente, isto receberemos em troca, por causa da lei infalível de Ação e Reação.

Que nossas palavras criem uma música harmoniosa que ajude a espantar de vez a tristeza e a doentia paisagem atual de nosso planeta!
por Maria Cristina - tina.lc@hotmail.com

sábado, 28 de novembro de 2009

Como explicar o Amor.

Contam que, uma vez, se reuniram os sentimentos e qualidades dos homens em um lugar da terra.
Quando o ABORRECIMENTO havia reclamado pela terceira vez, a LOUCURA, como sempre tão louca, lhes propôs:
- Vamos brincar de esconde-esconde?
A INTRIGA levantou a sobrancelha intrigada e a CURIOSIDADE, sem poder conter-se, perguntou: Esconde-esconde? Como é isso?
- É um jogo, explicou a LOUCURA, em que eu fecho os olhos e começo a contar de um a um milhão enquanto vocês se escondem, e quando eu tiver terminado de contar, o primeiro de vocês que eu encontrar ocupará meu lugar para continuar o jogo. O ENTUSIASMO dançou seguido pela EUFORIA.
A ALEGRIA deu tantos saltos que acabou convencendo a DÚVIDA e até mesmo a APATIA, que nunca se interessava por nada.
Mas nem todos quiseram participar.
A VERDADE preferiu não esconder-se, para quê? Se no final todos a encontravam?
A SOBERBA opinou que era um jogo muito tonto (no fundo o que a incomodava era que a ideia não tivesse sido dela) e a COVARDIA preferiu não arriscar-se.
- Um, dois, três, quatro... - começou a contar a LOUCURA.
A primeira a esconder-se foi a PRESSA, que como sempre caiu atrás da primeira pedra do caminho.
A FÉ subiu ao céu e a INVEJA se escondeu atrás da sombra do TRIUNFO, que com seu próprio esforço, tinha conseguido subir na copa da árvore mais alta.
A GENEROSIDADE quase não consegue esconder-se, pois cada local que encontrava lhe parecia maravilhoso para algum de seus amigos - se era um lago cristalino, ideal para a BELEZA; se era a copa de uma árvore, perfeito para a TIMIDEZ; se era o voo de uma borboleta, o melhor para a VOLÚPIA; se era uma rajada de vento, magnífico para a LIBERDADE. E assim, acabou escondendo-se em um raio de sol.
O EGOÍSMO, ao contrário, encontrou um local muito bom desde o início. Ventilado, cómodo, mas apenas para ele.
A MENTIRA escondeu-se no fundo do oceano (mentira, na realidade, escondeu-se atrás do arco-íris), e a PAIXÃO e o DESEJO, no centro dos vulcões.
O ESQUECIMENTO, não recordo-me onde escondeu-se, mas isso não é o mais importante.
Quando a LOUCURA estava lá pelo 999.999, o AMOR ainda não havia encontrado um local para esconder-se, pois todos já estavam ocupados, até que encontrou um roseiral e, carinhosamente, decidiu esconder-se entre suas flores.
- Um milhão - contou a LOUCURA, e começou a busca.
A primeira a aparecer foi a PRESSA, apenas a três passos de uma pedra. Depois, escutou-se a FÉ discutindo com Deus no céu sobre zoologia.
Sentiu-se vibrar a PAIXÃO e o DESEJO nos vulcões.
Em um descuido encontrou a INVEJA, e claro, pode deduzir onde estava o TRIUNFO.
O EGOÍSMO, não teve nem que procurá-lo. Ele sozinho saiu disparado de seu esconderijo, que na verdade era um ninho de vespas.
De tanto caminhar, a LOUCURA sentiu sede, e ao aproximar-se de um lago descobriu a BELEZA.
A DÚVIDA foi mais fácil ainda, pois a encontrou sentada sobre uma cerca sem decidir de que lado esconder-se.
E assim foi encontrando a todos.
O TALENTO entre a erva fresca; a ANGÚSTIA em uma cova escura;
a MENTIRA atrás do arco-íris (mentira, estava no fundo do oceano);
e até o ESQUECIMENTO, a quem já havia esquecido que estava brincando de esconde-esconde.
Apenas o AMOR não aparecia em nenhum local.
A LOUCURA procurou atrás de cada árvore, em baixo de cada rocha do planeta, e em cima das montanhas.
Quando estava a ponto de dar-se por vencida, encontrou um roseiral.
Pegou uma forquilha e começou a mover os ramos, quando no mesmo instante, escutou-se um doloroso grito.
Os espinhos tinham ferido o AMOR nos olhos.
A LOUCURA não sabia o que fazer para desculpar-se chorou, rezou, implorou, pediu perdão e até prometeu ser seu guia.
Desde então, desde que pela primeira vez se brincou de esconde-esconde na terra: O AMOR é cego e a LOUCURA sempre o acompanha.
Autor desconhecido

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Desejo x Ansiedade

Todos nós quando queremos e desejamos algo para a nossa vida temos a tendência de ficarmos ansiosos para ver os nossos objetivos alcançados.
Na verdade esquecemos que existe um ser que está acima de nossos desejos e que tudo conhece e tudo ver e assim muitas vezes vamos atropelando tudo e a todos que estão ou vão aparecendo para impedir sua realização.
Muitas vezes na nossa ansiedade não conseguimos enxergar e ouvir nada que chega até nos e metemos os pés pelas mãos como dizemos no dia a dia, a nossa ansiedade é tão grande que acabamos causando mal mesmo sem querer ou perceber aos outros que estão por perto.
Nesse momento o melhor seria orar ao Senhor e pedir paciência e discernimento para o que queremos fazer, mas raramente isso acontece, poucos de nós seres humanos somos capazes de fazer isso.
O desejo de vermos o que queremos concretizado fala mais alto dentro de nos e depois nos vermos em situações complicadas por não termos a capacidade de esperar o momento certo, a hora adequada para agir.
Mas nos perguntamos: qual será o momento certo para agir? Como saber? Acredito que o momento e a hora certa para agir seja quando o que pensamos em fazer e ou realizar algo, isso não venha mais adiante causar algum dano a alguém ou a nos mesmos, não prejudique a nossa vida de maneira que com a nossa ansiedade tenha passado por todo o tipo de limites, não só o nosso mas também o do outro.
E evidente que no mundo em que vivemos hoje, onde o nosso dia é agitado e estressante não tenhamos nem um tempo para avaliar as nossas ações, mas devemos tentar nos programar melhor para vivermos bem com os outros e consigo mesmo, nada nos deixa mais feliz e de bem com a vida do que poder sorrir para as pessoas, poder elogiar alguém, dizer uma palavra amiga quando assim for preciso, tudo isso claro feito de coração e não por querer mostrar algo que não sentimos realmente.
Mas só conseguimos isso se não deixarmos que a ansiedade tome conta do nosso ser. Na Bíblia Sagrada em Mateus 6: 25 assim diz o Senhor: Por isso, vos digo: não andeis ansioso pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. E ainda mais no versículo 26 Observai as aves do céu; não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros; contudo, vosso Pai celeste as sustentam. Por ventura não valeis vós muito mais do que as aves?
È meu amigo, irmão ou você que por acaso está lendo este texto neste momento, não deixe que a ansiedade tire de dentro de você a paz, a tranqüilidade, o amor e principalmente a Fé no Senhor, na certeza de que para Deus nada é impossível.
Um grande abraço e que o Senhor seja teu guia ...
Elienice Rabelo